sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Cores Aditivas e Subtractivas

Já há alguns posts atrás foi falado, de forma superficial e algo atabalhoada, de síntese aditiva e subtractiva. Voltemos ao assunto para ver se se faz luz. Neste caso, para ver se se faz tinta. É de tinta, toner, toner liquido, pasta, enfim, é de um elemento físico, palpável, que se fala, quando se fala de síntese subtractiva. Estas cores são produzidas por uma luz reflectida num objecto que possui pigmentos, ou tintas, que absorvem (subtraem) certas ondas, permitindo que outras sejam reflectidas. As cores subtractivas, tal como as aditivas (Red; Green; Blue), são compostas por três cores primárias: Cyan; Mangenta; Yellow. É com estas cores que vimos, por exemplo, os jornais impressos no quiosque perto de casa. O titulo do jornal "A Bola" só é vermelho visto sob uma luz branca, porque os pigmentos que a constituem absorvem luz verde e azul, reflectindo a vermelha. Se a fonte de luz não produzir luz vermelha, o nome do jornal, vai transmitir á vista tons escuros (pretos, ou próximo de). A impressão, tradicionalmente, é feita em papel branco. Relativamente branco. Pode dizer-se que vimos o papel branco, à luz branca, porque reflecte todas as cores da luz RGB. Então, quer dizer que uma folha de papel branco contém todas as cores. Para conseguirmos visualizar uma determinada cor, temos de "filtrar" essa cor. Para isso colocamos tinta no papel, pigmentos (Cyan; Mangenta; Amarelo) para filtrar as ondas RGB de forma combinada em múltiplas tonalidades. Como se mostra no quadro em baixo, o que visualizamos numa impressão de tinta Cyan é a reflexão das ondas azul(B) e verde(G) e absorção da terceira onda, o vermelho (R). O mesmo raciocínio aplica-se às duas outras cores: Visualizamos o Magenta como o pigmento que reflecte as ondas azul e vermelha e absorve a verde(G), e finalmente vimos amarelo, porque esta tinta, absorve azuis (B) e reflecte vermelhos (R) e Verdes (G).


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Converter RGB para CMYK

RGB R(red); G(green) e B(blue) são, já o sabemos, cores aditivas num espaço de cor em que medimos luz. A soma das três cores dá-nos luz branca. É o espaço de cor que está "por trás", por exemplo, dos nossos monitores (tv; pc's) e scanners. C(cyan); M(magenta); Y(yellow); K(black). Finalmente, vamos começar a falar de um espaço que não mede luz, nem, ao contrário do RGB, transmite luz, antes, absorve luz.
Vamos começar a medir cor "física". Pigmento! São cores primárias subtractivas, porque ao adicionar cada uma das cores sobrepostas num papel branco, vamos obter Preto, ausência de cor, ou se quisermos, em RGB, ausência de luz.
O espaço de cor em CMYK, é daquele que temos estudado, o mais limitado em termos de reprodução de cor, por comparação com o espaço RGB. Quanto mais próximo estamos das cores saturadas, e por consequência, dos limites do espectro, mais difícil se torna a reprodução fidedigna da cor que estamos a ver no ecrã. Ou no espaço de cor RGB. É um erro comum os designers gráficos escolherem e enviarem cores para impressão em RGB.
 Se estivermos desprevenidos, este procedimento pode causar dissabores em relação ao que desejávamos ver impresso e o que conseguimos imprimir. Dica da Semana: Pode manipular imagens e gráficos em RGB, enquanto estiver a desenvolver o seu trabalho ou se este for apenas para usar em qualquer tipo se suporte multimédia. Se vai imprimir o seu trabalho, converta todas as cores usadas de RGB para CMYK e confirme se em ecrã (através de simuladores de impressão disponíveis em vários programas de edição electrónica) a cor impressa é de facto, a que pretende.



dica photoshop

espaços de cor RGB e CMYK